De acordo com a ação, o ex-prefeito firmou convênio com o Ministério do Meio Ambiente para criação de aterro sanitário. No entanto, houve dispensa indevida de processo licitatório e omissão nas prestações de contas, o que gerou danos ao patrimônio público.
A sentença, emitida pelo juiz da 13ª Vara Federal, condenou Egídio Francisco Júnior ao ressarcimento de R$ 150 mil aos cofres públicos e à suspensão dos seus direitos políticos por oito anos.
Ainda segundo a decisão, o ex-gestor deve pagar multa civil no valor de R$ 50 mil, correspondente a um terço do prejuízo verificado - além de estar proibido de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.
