Na época, os aliados de Dino tentaram justificar gastos de milhões de reais com alimentação dos alunos da rede escolar municipal, favorecendo a empresa SP Alimentos, já bastante conhecida pela Policia Federal e pela CGU.
Pior: Flávio Dino nunca teve coragem de comentar as centenas de garrafas de champanhe Cristal, que custava R$ 2 mil e trezentos reais cada uma, que a ex-mulher do seu líder e conselheiro Zé Reinaldo, usava para encher as banheiras do Palácio dos Leões.
Mas o comunista tem uma razão para não fazer qualquer comentário sobre a cozinha do Palácio dos Leões dessa época: apreciador de comida japonesa, pelo menos agora, ele não pode cuspir no prato que comeu. Foi enchendo a pança de sushis e sashimis com caríssimas garrafas de champagne que Dino pavimentou sua carreira política.