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Francisco Escórcio cobra do ministro das Comunicações mais eficiência das empresas de telefonia no Maranhão




O deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) cobrou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante audiência na Comissão Especial destinada a proferir parecer ao projeto de lei nº 5013 de 2013, que estabelece normas gerais de política urbana e de proteção à saúde e ao meio ambiente, maior eficiência das operadoras de telefonia Oi, Tim e Vivo, que estão atrapalhando e muito, pela ineficiência dos serviços prestados ao Maranhão, a comunicação daquele estado e, consequentemente, o seu desenvolvimento. 

Ora nós temos num município a TIM, ora a Vivo e ora a Oi. Então, nós temos que andar com três telefones celulares no bolso, porque nós chegamos lá num município e está operando a Vivo, no outro a Tim e no outro a Oi, dificultando sobremaneira a população. Essas três operadoras no meu querido Maranhão estão deixando muito a desejar. Até uma tem o nome de Vivo, mas está morta, ninguém consegue falar. Quando chegamos ao interior não tem sinal. É preocupante a situação dessas três operadoras no meu estado”, disse Chiquinho.

O parlamentar também cobrou uma atenção maior para o serviço de internet para o estado. Isto faz com que o Maranhão não fique em desigualdade com outros estados mais desenvolvidos deste país. 

Nós estamos vendo o acelerar de todo esse sistema de comunicação no Sul e Sudeste brasileiro. Mas eu acho que o Nordeste brasileiro precisa ser olhado, inclusive a população, numa situação que talvez tivesse alguma correlação da sua pasta com outra pasta que trata da questão da internet”, concluiu. 

Em resposta, o ministro Paulo Bernardo afirmou que o ministério colocou como obrigação na licitação do 4G o atendimento de todos os distritos num raio de 30 km da sede do município. 

Se o distrito fica dentro dessa faixa, ele terá que ser atendido com telefone e com internet. Esse telefone, a obrigação é que seja telefone fixo, na verdade, telefone residencial, porque ele vai ser feito com tecnologia semelhante ao celular, com a rádio frequência. Vamos ter cerca de 12 mil comunidades que não tem atendimento hoje e que serão atendidas”, garantiu o ministro.
Rair Silva

Jornalista e radialista.

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