Aconteceu na terça-feira (26) a última reunião do Tribunal do Júri Popular na segunda etapa de julgamentos em 2009.
Presidido pela juíza Samira Barros Heluy, titular da 5ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz, o Tribunal do Júri Popular julgou na terça-feira Mariano Antonio de Abreu Júnior, que respondeu à ação penal 4592/2008, acusado de ter assassinado a tiros o taxista Vicente Alves Teixeira, que era seu cunhado.
Mariano Júnior teve como defensor o advogado Oziel Vieira, que defendeu a tese de negativa de autoria. A tese foi acatada pelo corpo de jurados e o acusado foi absolvido.
O promotor Domingos Eduardo Silva disse a O PROGRESSO que as testemunhas de acusação mudaram praticamente tudo o que haviam declarado à polícia e na audiência com a juíza Suely Veloso, da 2ª Vara Criminal.
Mariano Antonio de Abreu saiu do Fórum Henrique de La Rocque para sua casa.
Em seu depoimento prestado durante o julgamento, Mariano confirmou o que já tinha dito anteriormente à polícia: que não se encontrava em Imperatriz na ocasião do crime.
Com a absolvição de Mariano Antonio Abreu Júnior, fica a pergunta: quem matou o taxista Vicente Alves Teixeira? A polícia deverá realizar novas investigações.
Nesta segunda etapa de julgamentos, além de Mariano Antonio de Abreu Júnior, outros dois réus foram absolvidos - Fábio Antunes da Silva, acusado de matar José da Costa Rodrigues, e Antonio Jair Teixeira Santana, vulgo "Toin", que era acusado de tentativa de homicídio, cuja vítima foi Ademar Batista Ramos.
Os dois condenados foram Agno da Silva Pereira, acusado de ter matado Wellison do Nascimento Filho e que levou 12 anos, e Ramon dos Santos Cruz, acusado de matar a namorada Estefane Fernanda Gomes Muniz e atear fogo no corpo para dificultar a identificação. Ele foi condenado a 15 anos e 9 meses de reclusão.
Terceira etapa – A terceira etapa de reuniões do Tribunal do Júri em Imperatriz já começa nesta terça-feira, 2 de junho. Serão realizados oito julgamentos.
Em um deles, o primeiro da terceira etapa, são três réus: Eliandro de Sousa Veloso, Wescley da Silva Sousa e Weurimar Oliveira Pontes, acusados da morte de Marcelo do Carmo Silva, fato ocorrido em 2006.
Presidido pela juíza Samira Barros Heluy, titular da 5ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz, o Tribunal do Júri Popular julgou na terça-feira Mariano Antonio de Abreu Júnior, que respondeu à ação penal 4592/2008, acusado de ter assassinado a tiros o taxista Vicente Alves Teixeira, que era seu cunhado.
Mariano Júnior teve como defensor o advogado Oziel Vieira, que defendeu a tese de negativa de autoria. A tese foi acatada pelo corpo de jurados e o acusado foi absolvido.
O promotor Domingos Eduardo Silva disse a O PROGRESSO que as testemunhas de acusação mudaram praticamente tudo o que haviam declarado à polícia e na audiência com a juíza Suely Veloso, da 2ª Vara Criminal.
Mariano Antonio de Abreu saiu do Fórum Henrique de La Rocque para sua casa.
Em seu depoimento prestado durante o julgamento, Mariano confirmou o que já tinha dito anteriormente à polícia: que não se encontrava em Imperatriz na ocasião do crime.
Com a absolvição de Mariano Antonio Abreu Júnior, fica a pergunta: quem matou o taxista Vicente Alves Teixeira? A polícia deverá realizar novas investigações.
Nesta segunda etapa de julgamentos, além de Mariano Antonio de Abreu Júnior, outros dois réus foram absolvidos - Fábio Antunes da Silva, acusado de matar José da Costa Rodrigues, e Antonio Jair Teixeira Santana, vulgo "Toin", que era acusado de tentativa de homicídio, cuja vítima foi Ademar Batista Ramos.
Os dois condenados foram Agno da Silva Pereira, acusado de ter matado Wellison do Nascimento Filho e que levou 12 anos, e Ramon dos Santos Cruz, acusado de matar a namorada Estefane Fernanda Gomes Muniz e atear fogo no corpo para dificultar a identificação. Ele foi condenado a 15 anos e 9 meses de reclusão.
Terceira etapa – A terceira etapa de reuniões do Tribunal do Júri em Imperatriz já começa nesta terça-feira, 2 de junho. Serão realizados oito julgamentos.
Em um deles, o primeiro da terceira etapa, são três réus: Eliandro de Sousa Veloso, Wescley da Silva Sousa e Weurimar Oliveira Pontes, acusados da morte de Marcelo do Carmo Silva, fato ocorrido em 2006.